Transporte público
SuperVia recebe multa por deixar trem circular sem maquinista
A agência reguladora do transporte terrestre do Rio de Janeiro (Agetransp) decidiu, por unanimidade, em sessão regulatória realizada no dia 25, multar a SuperVia em 0,2% do faturamento do exercício de 2009 - R$ 587.412,00 – pelo incidente ocorrido em 18 de janeiro de 2010, quando o trem partiu sem maquinista nas proximidades da estação Ricardo de Albuquerque.
No episódio, que ficou conhecido como “trem fantasma”, a concessionária foi considerada culpada por não garantir a segurança dos usuários, caracterizada pelo fato de o maquinista ter deixado as portas da cabine destravadas, descumprindo o Regulamento Operacional de própria SuperVia.
Na mesma sessão, também por unanimidade, o Conselho Diretor da agência multou a Barcas S/A em R$ 100.000,00 por incidente ocorrido em 28 de março de 2007 quando a embarcação Visconde de Moraes, devido a problemas técnicos, interrompeu a viagem iniciada em Paquetá com destino à Praça XV.
O valor da multa, atualizado conforme previsto no contrato de concessão, fica em R$ 276.691,50. Os conselheiros entenderam que a concessionária não adotou a tecnologia adequada e não empregou equipamentos, instalações e métodos operativos que pudessem garantir a qualidade, continuidade e confiabilidade na prestação dos serviços.
Agência vai apurar incidente no metrô
A Agetransp abriu processo regulatório para apurar as responsabilidades sobre o problema mecânico na Linha 2 do metrô, na estação Maria da Graça. No dia 26, por volta das 5h30, devido a um problema na composição, o tráfego da Linha 2 ficou prejudicado, só podendo ser retomado por volta das 7h.
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